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quinta-feira, abril 05, 2007

Lisbon revisited

Cruzou uma rua da Baixa, veio a ter comigo um mendigo que trazia os olhos tristes por profissão...

Ser engenheiro formado no exterior de passageem por Lisboa é um tanto quanto engraçado. Vi os tumulos do Vasco da Gama, do Camões, do Pessoaa e de D. Sebastião (sim!).

E em breve será preciso reescrever a desrição desse blog.

domingo, abril 01, 2007

Là-bas, je ne sais où

Véspera de viagem, campainha...
Não me sobreavisem estridentemente!

Quero gozar o repouso da gare da alma que tenho
Antes de ver avançar para mim a chegada de ferro
Do comboio definitivo,
Antes de sentir a partida verdadeira nas goelas do estômago,
Antes de pôr no estribo um pé
Que nunca aprendeu a não ter emoção sempre que teve que partir.
Quero, neste momento, fumando no apeadeiro de hoje,
Estar ainda um bocado agarrado à velha vida.
Vida inútil, que era melhor deixar, que é uma cela?
Que importa?
Todo o Universo é uma cela, e o estar preso não tem que ver com o tamanho da cela.

Sabe-me a náusea próxima o cigarro. O comboio já partiu da outra estação...
Adeus, adeus, adeus, toda a gente que não veio despedir-se de mim,
Minha família abstrata e impossível...
Adeus dia de hoje, adeus apeadeiro de hoje, adeus vida, adeus vida!
Ficar como um volume rotulado esquecido,
Ao canto do resguardo de passageiros do outro lado da linha.
Ser encontrado pelo guarda casual depois da partida —
"E esta? Então não houve um tipo que deixou isto aqui?" —
Ficar só a pensar em partir,
Ficar e ter razão,
Ficar e morrer menos ...

Vou para o futuro como para um exame difícil.
Se o comboio nunca chegasse e Deus tivesse pena de mim?

Já me vejo na estação até aqui simples metáfora.
Sou uma pessoa perfeitamente apresentável.
Vê-se — dizem — que tenho vivido no estrangeiro.

Os meus modos são de homem educado, evidentemente.
Pego na mala, rejeitando o moço, como a um vicio vil.
E a mão com que pego na mala treme-me e a ela.

Partir!
Nunca voltarei,
Nunca voltarei porque nunca se volta.
O lugar a que se volta é sempre outro,
A gare a que se volta é outra.
Já não está a mesma gente, nem a mesma luz, nem a mesma filosofia.

Partir! Meu Deus, partir! Tenho medo de partir!...


(Álvaro de Campos)

sábado, fevereiro 24, 2007

Perfumarias

Ninguem sonha em conhecer o interior da Republica Tcheca assim como nenhuma crianca diz que quer ser fonoterapeuta. No entanto, a vida e' engracada e vai nos levando para situacoes nao triviais. Assim, resolvemos que fazer um curso avancado de quimica organometalica pode ser uma ideia tao boa quanto pegar um trem em Praga e ir parar em algum canto da Europa esquecido pelo resto do mundo.

Nao e' querer contar vantagem, dar uma de "o cara viajado",ate porque nao passei por tantos paises assim...Mas o fato e' que nao sobrou tanta coisa famosa para eu ver por aqui, entao vamos perder tempo por ai.

Nenhuma das cidades dessa viagem tinha o apelo de pontos turisticos como uma Torre eiffel, um Big Ben ou um Coliseu. foi divertido, entao deixa eu parar de chorar de barriga cheia e ir arrumar as malas porque a vida segue, "tudo deixa e nunca retorna".

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

E amanha a famosa catedral de ossos da Republica Tcheca...

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Tudo bem

Confundido com hungaro em Budapeste;

Em Viena, duas garotas olham para nos no Mc e comecam a rir sem explicacao.

Sentados numa rua qualquer de Praga,olhando o mapa, um maluco se aproxima e pede para nos fotografar. e', isso mesmo.

Jusqu'a present, tout va bien...

terça-feira, fevereiro 20, 2007

Un essai à Vienne

A vida as vezes se torna uma tentativa deseperada de preencher inumeraveis folhas em branco com alguma historia interessante. Completar as paginas passa a ser mais importante do que a propria historia, e isso nao é de todo ruim.

Li uma vez que algum povo do Oriente tinha como grande momento de prazer coletivo um ritual em que os elementos da tribo com um elo efetivo suficientemente forte se sentavam em uma roda e ficavam lá, "sem fazer nada" como nós gostamos de dizer. Longe da preocupacao de ocupar o vazio com suas histórias ainda mais vazias, eles aproveitavam plenamente essa rara ocasiao de gastar um tempo com pessoas queridas.

Somos treinados desde crianca de que "silencios constrangedores" devem ser evitados a todo custo. Falemos do tempo, falemos do Curíntia, o importante é falar. Eu nao me considero especialmente prolixo, mas admito mais esse pecado: sim, meu Pai, eu falo para encobrir espacos vazios.

No fundo, é isso que distingue uma pessoa interessante de um chato, sua capacidade de contar fatos nao triviais de maneira satisfatória. O chato fica tentando por um tempo excessivamente longo, tateando suas memórias em bucsca de algo que possa interessar minimamente ao interlocutor...Enquanto isso, nós, as pessoas maldosas (sim, leitor com carinha de santo, voce também torce pro vilao e pro cachorro morder o ciclista às vezes, tenho certeza) forcamos uma cara de tédio ainda maior para ver se o chato se toca.

O problema é que o chato ve que n~ao (droga, quando encontro o ~ no teclado descubro que ele n~ao funciona. Quem sabe em cima do n: ~n. Pois é, também n~ao, dommage...), como eu dizia, o chato ve que nao funciona e se esforca ainda mais para falar algo simpatico. Como as historias das pessoas sao como tropas militares (existem as de elite, que convencem ou fazem rir a qualquer publico e existem tambem os soldados rasos, aquelas que ou sao compreensiveis apenas por uma minoria de pessoas ou que sao tao ruins que fariam sua bisavó corar de constrangimento), e se nem o "cheval de bataille" nao deu jeito entao nao vai ser aquele dois de paus que vai mudar algo (a nao ser que seja truco, claro).

A questao do "til" no teclado alemao está me consumindo. Será que eu preciso configurar para portugues para poder usá-lo? Mas por outro lado em alemao nao existem acentos e o "´" tá funcionando normalmente. Será que é pra colocar em cima do ß? Ou do ö? E principalmente, por que no teclado frances E no alemao existe um botao com um µ, meu pai do céu?

(Resultado do teste: aprovado. COnsegui gastar os 50 centavos que coloquei no computador do albergue escrevendo besteira. A máquina nao dá troco, tive que fazer um belo esforco para nao perder dinheiro, hahahha).

domingo, fevereiro 18, 2007

The only thing to fear is fear itself

Todo mundo tem medo. Medo de barata, de elevador panoramico, de dinamicas de grupo em cursos de idiomas, de abelha, de nao ter escolhido a carreira certa, de ter escolhido a carreira certa...

Enfim, todos tem suas listas pessoais. No meu caso, tenho certeza de que a minha sala 101 ("a pior coisa do mundo") sao cachorros...E' obvio que eu tenho outros pequenos medos, como por exemplo...chuveiro a gas.

Ok, eu sou quase quimico, eu conheco reacoes, procedimentos de seguranca e coisas parecidas, mas a simples ideia de que a combustao de um metanozinho vai acontecer embaixo do meu nariz para esquentar a minha ducha e' demais para meu pobre coracao...

Aqui no albergue nao houve escolha. Depois de driblar o banho ontem (eu tinha tomado na Franca antes de sair, acreditem em mim!), tive que enfrentar a dura realidade. E, apesar do "bum" inicial quando se abre a agua, foi tranquilo. "Tranquilo" depois de ficar me escondendo na banheira do queimador, de tomar banho correndo, de fazer contorcionismo com o fio do chuveiro para nao me aproximar da morte no calor...

Depois de ter passado, fica a sensacao de que ao menos dessa vez tudo continuou dando certo.

De algum lugar alem da Cortina de Ferro surge este post. Eu ja tinha visto um lugar ex-comunista no lado oriental de Berlim, mas nao se compara. Eles nao tiveram o dinheiro abundante para se reconstruir, entao alguns predios estao caindo (os mais distantes do centro), o metro tem alguns trens sucateados...E' uma bela cidade, ate mais do que eu esperava, para ser honesto.

Por outro lado, uma certa pessoa me disse que havia uma "Casa do Terror" assustadora, terrivel, impressionante, chocante, etc etc e tal. Bom, depois de um campo de concentracao acho que nada pode ser mais pesado...Ou simplesmente eu tenha perdido a indicacao "dramas humanos intensos `a esquerda" porque em hungaro isso se traduziria para algo como "szacoyadja kolydjastoc ytulamasze szvendc" (nao achei um tradutor de hungaro, tive que fazer de improviso).

O dono do albergue foi extremamente simpatico, ajudou a gente a escolher quais atracoes visitar, como chegar e tudo mais...Visitamos igrejas, monumentos da segunda guerra, aquelas coisas todas.

Claro que nao deu tempo de ver tudo, dois dias para uma capital sempre e' pouco...Nao foi a melhor cidade que eu ja' vi mas ao menos deu para jantar ontem por 2 euros!

Partindo amanha para Viena, adeus anos de sofrimento sob diversos jugos e bem-vendida opulencia dos Habsburgos e tudo isso.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Guia

Escrever livro de auto-ajuda deve ser uma das tarefas mais fáceis do mundo contemporâneo. Existem, claro, inúmeros concorrentes, mas creio que o mercado é grande o bastante para absorver todas as besteiras que podem ser escritas. Afinal, se você jovem angustiado que busca uma orientação vocacional quer um conselho, anote este: por mais que o mundo mude, as pessoas nunca vão parar de comer nem de reclamar da vida.

A primeira coisa que você precisa para um bom texto de auto-ajuda é uma situação fora do normal. Pessoas em crise precisam de sonhos, de metas esdrúxulas, de desejos necessários para que elas entrem novamente nas engrenagens do capitalismo selvagem e continuem alimentando "tudo isso que está aí". Digamos, por exemplo, um fim-de-semana numa estação de esqui em algum ponto mal determinado dos Alpes franceses.

Adicione agora uma metáfora barata...Vamos lá, não é difícil, eu sei que você também consegue. Vou ajudar um pouco mais, vou dar um exemplo: "Uma velha lenda européia diz que durante um inverno rigoroso um garotinho queria muito sair de sua casa para brincar com seus amiguinhos mas a neve caída ao redor da cabana dificultava demais a empreitada. Por mais que ele tentasse, suas fracas perninhas acabavam ficando presas na neve fofa ou ele deslizava até cair sobre o duro gelo. Ele pediu então a seu pai que o carregasse no colo, mas este foi inflexível: 'se você quer algo, é você próprio quem tem que lutar para consegui-lo. Considere apenas que a solução de todo problema está contida nele mesmo.'

O garoto passou algum tempo meditando sobre as palavras de seu sábio progenitor sem sucesso quando viu uma telha se desprender do telhado por causa do forte vento. Ela caiu sobre uma pequena colina de neve e deslizou até a parte de baixo. Eureka! 'O que eu preciso é de um jeito de deslizar por aí com um pouquinho de controle, usar a peculiaridade da situação a meu favor', pensou ele, e assim foi inventado o esqui.

Costumamos encarar os problemas do lado errado. Um problema não é um muro impenetrável, é apenas uma porta que precisa da chave correta. Blá blá blá..."

O leitor interessado pode praticar a técnica usando como mote o mesmo cenário com a premissa "Se os outros conseguem, eu também faço".

Mas se alguém for realmente usar essa idéia, faça-o rápido porque o efeito estufa é bem pior do que pensávamos e as neves dos Alpes não vão durar mais muito tempo, acreditem em mim.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Pela primeira vida desde meus, sei la, 7 anos, dormi sem saber quem era o atual campeao do mundo. Estando em Londres, nao valia apena pagar uma libra para usar internet num cyber cafe qualquer para descobrir isso...

Bom, o Inter ganhou. Previsao errada, mas nao fico de todo triste, quanto mais brasileiros ganharem mais "carne de vaca" a competicao fica...Sim, isso e' discurso de perdedor rancoroso.

Depois de ver o Big Ben e o Parlamento (heheheh), embarcaremos hj a noite para a Escocia.

Pena que nao tem um matematico viajando comigo para fazer a piada da ovelha...

sábado, dezembro 16, 2006

"Antes de retornar à sua terra natal, tente passar por uma região com o clima mais diferente possível que o da primeira. Do contraste brusco advém um prazer extra não experimentado por todos os viajantes." - Antigo livro maia de conselhos.

Como os maias são aquele povo "primitivo" mas mega avançado que descobriu tudo que estava no caminho da humanidade e concluiu que nem valia a pena tentar, é melhor respeitar. Uma pena que não vai estar tão frio assim não Inglaterra.

Mando noticias (e um fish'n'chips, quem sabe) quando possivel.

sexta-feira, novembro 03, 2006

Jair Picerni?

Sim, eu sei, estou em Florença e deveria comentar como é belo o Duomo, como os sorvetes italianos sao gostosos ou como sao deslumbrantes as paisagens toscanas.

Mas nao, isso sao assuntos secundarios e um leitor imaginativo pode muito bem completar as lacunas na descriçao. Visitamos museus, igrejas, tiramos fotos de paisagens, essas coisas todas.

Infelizmente chega um momento em que é preciso dizer "puta, as férias estao acabando, preciso voltar ao mundo real". é nesse instante entao que vc abre o uol e percebe que o Palmeiras voltou a ser dirigido pelo Jair Picerni!

Ele ja' tem experiencia em nos tirar da Segundona, acho que a escolha foi nesse sentido...Aposto com qualquer leitor interessado que o time alviverde sera rebaixado daqui a seis rodadas. Valor da aposta a negociar.

Posse do Lula, Palmeiras na Segundona, eu entrando na poli...Volto a insistir que a vida tem um periodo de 4 anos e que tudo sempre se repete. Da primeira vez como tragedia e da segunda como farsa, como diria o barbudinho.

Indo agora para Veneza...Ja fiz a minha cota de museus e igrejas italianas antigas, ja' ta' batendo a vontade de voltar para casa.

quarta-feira, novembro 01, 2006

Maiores informaçoes

Chegamos no albergue bizarro outra noite e os franceses estavam la. Uma mina loira, um magrebino e outro maluco. Assisitndo alguma coisa mais bizarra ainda num laptop. Porra, ladrao nenhum do mundo assiste filme em laptop em viagem para o exterior...Estava tranquilo.

Deixamos claro que falavamos frances (o tiago pedindo para passar na frente do filme para poder ir no banheiro, eu simplesmente rindo do mesmo (o filme, nao o tiago)), mas felizmente nao tivemos que fazer muito contato com os gauleses. Fingimos dormir para ouvir alguma coisa, nada de relevante. A vida segue quase tranquila.

Acabamos de visitar as coisas de Roma, andamos por ruinas e mais ruinas, igrejas e mais sorvetes, atè chegar finalmente a hora de partir para Florença. Bem, esse aqui deveria ser o primeiro post do dia, mas a ideia do outro era melhor...

Estamos num quarto para duas pessoas agora, entao a chance de roubo durante a madrugada esta bem melhor. O albergue é mais limpo, mais simpatio e com cara de albergue, finalmente. Parece que alguem ouviu as preces de que um albegue nao precisa necessariamente ser bizarro, hippie, alternativo e estranho. O cafè da manha deve ser nulo e so tem um banheiro para 10 pessoas, mas eu ja venho de uma terra onde banho é raro, esta tranquilo.

Saudaçoes fiorentinas...

ps: comprei uma camiseta do Buffon. Tinha do Materazzi, mas so tamanho pequeno, merda.

Enfim...

Outubro de 2004. Escola Politécnica da Universidade de Sao Paulo. Aula de Fisica II, professor internacionalmente renomado para sua exposiçao para falar um pouco de besteira. Ele cita entao uma igreja de Florença que funcionava como cemiterio e onde estava o corpo do Galileu.

Naquele instante pensei, "porra, se eu nao for pra França no ano que vem, nunca vou conseguir ver essa tal igreja".

Pois bem, passei la hoje. E, alèm do Galileu e do Fermi, la esta também o Maquiavel...

é, justificam mesmo.

segunda-feira, outubro 30, 2006

Roma...

Bom, nesse exato momento estou numa lan house bizarra em Roma numa avenida perto do albergue. A gente estava num albergue mas deu problema no encanamento, mandaram a gente pra um outro...O outro é bizarro que o primeiro, sendo que o primeiro chamava Asterix e tinha uma bandeira dos Estados Unidos como cortina...Bem, explodiu um cano do banheiro desse albergue e tivemos que mudar para um outro. Agora estmos dividindo o quarto com um casal frances.

Quando o cara do albergue nos avisou que eles eram franceses, a gente comecou a inventar historias. Falar que falava frances ou esconder pra ouvir historias? Impossivel mentir, tinha coisa demais denunciando, a começar do guia de Roma emprestado da bibloteca da X. Pensamos em fazer uma historia alternativa, que a gente era estudante no brasil e tava de ferias aqui. O problema e a necessidade de inventar mentira é que a X é escola de burgues e os caras que estavam no nosso quarto tinham um nome africano bizarro e vinham do bairro mais pobre de Paris (isso a gente leu na etiqueta da mala, hahaha). Vai que eles roubam a gente? Vai quel eles pegam nossos orgaos ou simplesmente dao um couro nuns polytechniciens?

No final a gente decidiu falar toda a verdade, era o unico jeito de ter uma historia sem furos...

Mas na verdade mesmo os franceses chegaram quando a gente ja tava dormindo e nos saimos de manha hj antes deles acordarem...Anti clmas total.

O primeiro albergue tinha "cafe da manha" mas na verdade era so leite, suco de laranja, manteiga egeleia (tinha acabado o pao quando fomos comer). No segunod albergue nao tivemos coragem de tentar comer hj de manha pq um dos funcionarios era um negao gigante, meio viado, que tentou abraçar eu e o tiago...melhor ficar sem comer que ser a comida, hahahah.

Ja vimos o coliseu, a basilica de sao pedro...Nao deu pra ver o padre alemao maldito, amanha vamos terminar de ver as coisas romanas antigas. Nao jogamos moeda na fontana di trevi, nao vamos retornar a ROma, hahaha. è uma bela cidade, no entanto.

Andamos igual dois camelos, tomamos um pouco de sorvete e comi um penni 4 formaggi...Nada mal.

Iòpressoes, comentarios mais profundos, interaçoes com franceses bizarros e afins nos proximos capitulos da minis2rie "dois sobreviventes brasileiros no Lacio".

ps: pensando bem, isso aqui vai virar post, hehehehe.

sábado, outubro 28, 2006

Destinazione: Italia

Não é segredo para ninguém que o unico objetivo de um programa de diploma duplo é conhecer a Europa gastando somente as economias da bolsa que os proprios europeus te pagam.

Portanto, tenho a honra de anunciar que parto hj em direção da Cidade Eterna, do centro da humanidade, da terra dos Césares, da pizza e do Materazzi. (Pensando bem, o caso Materazzi deu em pizza e todo imperador é, no fundo, um quarto-zagueiro açougueiro frustrado.)

Minha irmã uma vez disse que provavelmente eu teria sido mais feliz se tivesse feito o intercâmbio no lado de la' dos Alpes do que aqui. A vida é isso, se eu fosse goleiro do Botafogo, dissesse não ou fugisse com a Doralice para Londrina tudo também seria melhor.

Atualizações do blog sempre que possivel, esperando que eu não seja testemunha ocular de uma nova erupção do Vesuvionem um tsunami que varra Veneza do mundo.

Arrivederci!